câncer de pele

Câncer de pele x vitamina D: quais os melhores horários para tomar sol?

Segundo estimativa recente do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a incidência de neoplasias está aumentando na população mundial. No que diz respeito ao câncer de pele, há a previsão de 175 mil novos casos até o ano de 2022 no Brasil.

Você sabia que existe uma relação desse tipo de câncer com a exposição solar? Sabe qual o período mais indicado para tomar sol? Caso não, explicaremos tudo o que você precisa saber neste post.

Qual a relação entre câncer de pele e exposição ao sol?

Assim como outras neoplasias, o câncer de pele é uma doença que ocorre pela multiplicação desordenada de células cancerígenas, levando à formação de tumores malignos. Na maioria dos casos, essa patologia não tem uma causa específica, mas sim fatores que, quando combinados, promovem seu desenvolvimento.

Neste sentido, a exposição à radiação solar é um importante fator de risco para os cânceres de pele não hereditários. Isso porque os efeitos prejudiciais do sol são cumulativos. Assim, a incidência contínua dos raios UV na pele provoca reações graduais.

Ainda, a radiação solar é capaz de danificar o DNA das células cutâneas, provocando a formação de lesões que sangram, que não cicatrizam, mudam de tamanho, forma e apresentam mais de uma coloração.

Quando é o melhor horário para tomar sol e absorver vitamina D?

A vitamina D é um nutriente importante para a regulação da concentração de cálcio e fósforo no organismo, favorecendo a absorção desses minerais pelo intestino e regulando as células que formam os ossos.

Ainda, esse ativo é produzido naturalmente pelo organismo através da exposição à luz solar e pelo consumo de alimentos de origem animal. No entanto, a radiação solar é a principal fonte dessa vitamina.

Contudo, para conseguir absorver a quantidade diária necessária de vitamina D, sem favorecer o desenvolvimento do câncer de pele, é preciso fazê-lo de forma segura. Para isso, você precisa buscar os horários mais indicados para se expor ao sol.

Neste sentido, existe uma regra que afirma o seguinte: a melhor hora para tomar sol e produzir vitamina D é o momento em que a sombra do corpo é menor que a própria altura. Isso costuma ocorrer entre as 10 da manhã e às 15 horas da tarde.

Entretanto, é neste horário que há a maior incidência dos raios solares.Isso significa que é o período mais propenso para desenvolver queimaduras, lesões e doenças cutâneas, como o câncer de pele.

Como suprir a necessidade de vitamina D de forma segura?

A exposição solar nos momentos de menor incidência dos raios UV não trará o resultado esperado. Por isso, é preciso adotar algumas medidas para se expor ao sol de forma segura. A primeira recomendação é expor apenas partes específicas do corpo.

Assim, ao tomar sol nos horários de pico da radiação solar, utilize o protetor no corpo e deixe uma pequena parte do braço ou da perna sem proteção por, pelo menos, 15 a 20 minutos. Para reduzir ainda mais os riscos, você pode optar pela exposição de áreas que rotineiramente não pegam muito sol, como a barriga e a coxa.

Ademais, um sinal de que a necessidade diária de vitamina D foi absorvida é quando a pele começa a esquentar. Outra forma de obter esse nutriente é por meio da suplementação, mas que precisa ser feita com acompanhamento médico.

Enfim, como você pode perceber, é preciso muito cuidado para conciliar a absorção de vitamina D com a redução dos riscos de câncer de pele. Por isso, procure um dermatologista para que ele avalie o seu caso e ofereça uma orientação específica.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em dermatologia  em Cotia! Granja Viana | Dra. Larissa Viana

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