Alopecia androgenética

Alopecia androgenética em homens: características clínicas e diagnóstico

A alopecia androgenética, também chamada de calvície androgenética, é a causa mais comum de perda de cabelos em homens e mulheres. Estima-se que metade dos homens com 50 anos sejam acometidos pela doença.

Você sabe como essa patologia ocorre? Conhece as características clínicas que confirmam o diagnóstico? Caso não, recomendamos a leitura deste post. A seguir, responderemos todas as suas dúvidas sobre o tema.

O que é a alopecia androgenética?

Trata-se de uma condição que se caracteriza pela perda de cabelos, acometendo homens e mulheres, e que pode ter origem genética e hormonal. Geralmente, os primeiros sinais são percebidos entre os 17 e 25 anos.

Ainda, o termo androgenético indica que a alopecia ocorre em função da interação de dois fatores: hormônios e genética. A palavra “andro” deriva dos hormônios androgênicos, ou masculinos, mas que também estão presentes nas mulheres.

Já o sufixo genético, como o próprio nome explica, evidencia que o indivíduo nasce predisposto a desenvolver a patologia. Isso significa que, quem possui maior predisposição genética sofrerá com a ação dos hormônios androgênicos.

Ademais, quanto mais forte a herança genética do paciente, mais precoce e intensa a calvície será. Além disso, a evolução da doença pode variar entre povos e raças. Enquanto os descendentes de europeus tendem a desenvolver quadros mais intensos, negros e orientais estão mais suscetíveis a quadros leves.

Quais são as características clínicas?

Diferente das mulheres, a alopecia androgenética masculina se desenvolve a partir de um padrão clássico. Geralmente, surgem as famosas “entradas” laterais à direita e à esquerda da cabeça, preservando a linha média de cabelo.

Assim, essas entradas progridem em direção ao meio do couro cabeludo, atingindo até o vértice. Além disso, há a queda dos fios, mas o que predomina é a miniaturização dos fios, processo onde o fio que antes era o pelo terminal se torna mais fino.

Como resultado, o folículo piloso passa a produzir fios cada vez mais finos e curtos, que não são mais capazes de cobrir adequadamente a cabeça. Outros sinais característicos do início da alopecia androgenética são: pele do couro cabeludo mais visível e grande perda de fios de cabelo todos os dias.

Como é o diagnóstico?

O diagnóstico da alopecia androgenética é principalmente clínico, através da análise do histórico de saúde do paciente e da realização de um exame físico com uso de uma lupa específica para tal.

Além disso, existem alguns exames que podem contribuir, como o registro fotográfico, que ajuda a comparar diferentes áreas do couro cabeludo. Quando a dúvida permanece, a biópsia pode ser a alternativa mais eficaz para confirmar o quadro.

Ademais, o exame de dosagem sanguínea do hormônio dihidrotestosterona (DHT) também é realizado com o objetivo de identificar uma elevação hormonal anormal. Porém, como raramente a alopecia é provocada por esse fator, nem sempre esse procedimento é feito.

Enfim, a alopecia androgenética em homens é uma condição muito comum. Por isso, recomenda-se o acompanhamento com um dermatologista, principalmente por aqueles que possuem histórico familiar da doença.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em dermatologia  em Cotia! Granja Viana | Dra. Larissa Viana

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