peeling

7 cuidados com a pele após o peeling

7 cuidados com a pele após o peeling

O peeling é um tratamento estético que consiste na esfoliação das camadas da derme, com o objetivo de remover as células mortas. A técnica promove a regeneração cutânea, melhora o seu aspecto e estimula a produção de colágeno e fibras de elastina.

Além disso, o procedimento trata manchas, promove clareamento, reduz marcas e cicatrizes, diminui linhas de expressão e retira impurezas da pele. 

Tipos de peelings

Físicos

São os mais superficiais e utilizados para o tratamento de acne, poros dilatados e cravos. Ele promove uma microesfoliação da pele por meio da fricção (cristal, diamante, ultrassom ou microdermoabrasão). A esfoliação favorece a renovação da pele e aumenta a penetração de ativos. Essa técnica faz com que a pele fique mais fina, por isso, é indicado o uso constante do filtro solar. 

Químicos

Nesta técnica, são utilizadas ativos como o ácido retinóico, salicílico, glicólico, tricloroacético, solução de jessner, 5-fluoracil e o peeling de fenol. Pode ser de intensidade superficial, média e profunda, de acordo com o objetivo do tratamento. 

Cuidados com a pele após o peeling

A esfoliação pode deixar a pele extremamente sensibilizada. E, dependendo do procedimento e da profundidade da descamação, pode haver inchaço, vermelhidão e ardor na pele. Por isso, é necessário que o paciente siga algumas instruções para não só amenizar esses sintomas, como também potencializar seus efeitos e evitar complicações.

Limpeza

A limpeza deve ser feita de maneira leve. Por isso, prefira o uso de sabonetes neutros ao fazer a higiene do rosto. Esse tipo de sabonete agride menos a pele, ajudando a recuperar sua barreira natural.

Fotoproteção

O principal cuidado após a realização do peeling é o uso do protetor solar. Prefira os que oferecem fatores altos de proteção e faça a reaplicação a cada três horas, mesmo em dias nublados ou dentro de casa. A proteção contra os raios ultravioleta e a luz visível é necessária. O peeling promove uma hipersensibilização na pele, que, desprotegida, pode sofrer com manchas fortes.

Hidratação

Outro fator importante, antes e depois do procedimento, é a hidratação. Ela irá agir na retirada da pele que irá descamar, além disso, a reposição da água ajudará a reduzir o inchaço e a regenerar a pele. 

Água termal

A água termal, além de promover hidratação, ajuda a melhorar o ardor, já que possibilita um resfriamento no local.

Não coloque a mão no local tratado

Ao passar pelo procedimento, o rosto pode ficar sensível e incômodo. Por isso, evitar colocar a mão é essencial para que não haja complicações, incluindo infecções. Além disso, não tente remover a pele que está descamando. Isso evita cicatrizes.

Cremes cicatrizantes

Esse tipo de creme auxilia a troca da pele: tanto na descamação quanto na formação da nova camada.

Compressas

Compressas geladas de soro fisiológico ou chá de camomila tendem a acalmar a pele e previnem o inchaço.

O peeling é um procedimento que proporciona inúmeros benefícios. Mas, para que esses resultados sejam alcançados, é preciso que o paciente siga todos os cuidados recomendados pelo dermatologista para que não ocorram complicações.

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Peeling físico x químico: entenda a diferença

Peeling físico x químico: entenda a diferença

Se você já teve manchas na pele, ou conhece alguém que já teve, com certeza já ouviu que uma solução para esse problema é o peeling. Entretanto, existem diferentes tipos de procedimentos com a mesma finalidade. É importante avaliá-los antes de decidir por qual irá buscar. Entenda melhor sobre o assunto neste artigo!

Quando o peeling é indicado?

Pode ser chamado de peeling qualquer procedimento com o objetivo de remover as camadas superiores da pele, buscando a renovação da estrutura. Esse tipo de tratamento é indicado em casos de manchas cutâneas, cicatrizes escuras, acne e até mesmo para estimular a produção de colágeno na região.

O peeling pode ser divididos em duas categorias: físico (abrasivos esfoliantes); químico (ácidos que estimulam a renovação dos tecidos).

O peeling físico e suas particularidades

A atuação do peeling físico na pele ocorre por meio de esfoliações, que estimulam a renovação da camada superficial da pele. Esse tipo de peeling costuma ser menos agressivo e indicado para quem busca retoques mais leves, como pequenas manchas superficiais e poros dilatados.

Neste tipo, enquadram-se o peeling de cristal, diamante, microdermoabrasão, além de outras técnicas esfoliantes, que produzem um “lixamento” leve na pele. O peeling físico ajuda a reduzir manchas, acnes, poros e a devolver o brilho e vitalidade à pele.

Peeling químico e sua atuação

O peeling químico, como o próprio nome diz, funciona por meio da aplicação de produtos químicos na pele. Geralmente, são utilizados ácidos para estimular a descamação da pele e sua renovação. Ele pode ter diferentes intensidades, para tratamentos leves a agressivos. Este tipo é indicado para a redução de rugas finas, cicatrizes, manchas e acnes.

Em alguns casos, o peeling químico pode ser utilizado de forma a estimular uma descamação tão profunda, que precisa ser realizado após avaliações físicas e em ambiente cirúrgico, como acontece com o peeling de Fenol.

Como os peelings químicos podem ser mais profundos, pode ocorrer a formação de crostas advindas da cicatrização da pele após o procedimento. Elas nunca devem ser retiradas e o paciente deve se policiar para não “cutucar” a região. É preciso maior atenção com o uso de protetor solar, para evitar que os resultados sejam reversos.

Decidindo o procedimento ideal 

Como mencionado anteriormente, o peeling físico é mais superficial, enquanto algumas opções de peeling químico atuam de maneira mais profunda. Os tratamentos podem ser utilizados para diferentes finalidades, portanto, é importante consultar um profissional especializado para que seja definido aquele que trará melhores resultados.

De todo modo, as principais indicações do tratamento com peeling são:

  • melasmas
  • acne
  • poros dilatados
  • manchas de hiperpigmentação
  • rugas finas
  • pele opaca
  • cicatrizes

É importante buscar o auxílio de um dermatologista para que seja escolhido o tipo de peeling ideal para cada caso e sejam tomados os devidos cuidados durante a aplicação do produto.

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4 tipos de rugas e como tratá-las

4 tipos de rugas e como tratá-las

As rugas fazem parte do processo natural de envelhecimento cutâneo. Quando nascemos, temos o ácido hialurônico, responsável por manter a pele hidratada. Bebês e crianças possuem esse ácido em abundância, o que permite a famosa pele de bebê, pele hidratada, firme e macia.

Com o passar dos anos, chegando à vida adulta esse ácido vai diminuindo, havendo necessidade de se repor por meio de tratamento. Mais jovens, temos também mais colágeno, o que permite à pele ficar mais firme e elástica, mas também o perdemos conforme os anos vão passando.

Além do processo natural de envelhecimento, outras causas são responsáveis pelo desenvolvimento das rugas, como o uso de cigarro. A nicotina faz com que o organismo reduza a produção do colágeno, favorecendo a perda de elasticidade e firmeza da pele. Além disso, o cigarro também deixa a pele opaca, sem brilho e com aspecto doente, favorecendo o aparecimento de rugas.

A má alimentação também é um vilã, já que dietas ricas em açúcar, carboidratos e gorduras também alteram o colágeno, não combatem os radicais livres e diminuem a ação antioxidante. Assim, as impurezas não são eliminadas do organismo, o que favorece o desenvolvimento das rugas.

Por isso, mantenha sempre uma dieta rica em nutrientes saudáveis, pratique exercício físico regularmente, use protetor solar todos os dias, tome, no mínimo, 2 litros de água diariamente e, mais importante, não faça uso de cigarro e bebidas alcoólicas.

Para você saber qual o melhor tratamento, é preciso descobrir o tipo de ruga apresentado. Existem 4 tipos. Acompanhe abaixo.

1. Rugas finas

As rugas finas aparecem normalmente aos 20 anos de idade. Elas se caracterizam por parecerem quebradiças.

Os melhores tratamentos são: uso de hidratantes manipulados com ácido, luz intensa pulsada, peelings mais fracos e superficiais, lasers não ablativos. São técnicas menos invasivas.

É possível notar que as rugas ficam mais fracas e a pele mais saudável.

2. Linhas de expressão

As linhas de expressão surgem devido aos movimentos repetitivos, como enrugar a testa ou sorrir demais. Essas rugas podem ser coibidas com aplicação de toxina botulínica, contendo o aceleramento das linhas.

A aplicação de botox, ou preenchimento com ácido hialurônico, no caso do bigode chinês, pode começar a partir dos  25 anos de idade, dependendo de cada paciente . Para ter  a melhor indicação é necessária avaliação dermatológica. 

3. Rugas profundas

Geralmente causadas pela perda de colágeno, ficam mais profundas a partir dos 40 anos de idade. Podem ser contidas e retardadas através do uso  de lasers ablativos como Co2 e erbium. 

4. Rugas gravitacionais

São rugas permanentes causadas pelo envelhecimento, surgindo geralmente  a partir dos 60 anos. É possível realizar tratamentos com volumizadores, radiofrequência e laser, a fim de minimizá-las.

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Peeling: Outono e inverno são as melhores épocas para realização do tratamento

Peeling: Outono e inverno são as melhores épocas para realização do tratamento

O peeling é um procedimento estético muito utilizado para eliminar ou diminuir as tão indesejadas manchas e rugas finas no rosto. Ao utilizar produtos químicos, físicos e alguns tipos de laser, esse método faz a retirada das camadas mais superficiais da pele, realizando uma destruição controlada  da epiderme e algumas vezes de parte da derme da região tratada.

Por estimular a produção de colágeno na área em que o procedimento é aplicado, o peeling proporciona maciez e firmeza para a pele tratada. Por isso, tornou-se um método estético muito indicado para pessoas que buscam o rejuvenescimento e a redução das manchas e da flacidez da pele.

O peeling também ajuda no controle da oleosidade da pele e no tratamento de estrias, sendo muito recomendado para tratar a pele de pessoas fumantes, pois respondem de uma forma muito melhor do que outros procedimentos estéticos.

Qual a melhor época para realizar esse procedimento?

Especialistas na área afirmam que a melhor época para fazer o peeling é o outono e o inverno. Nessas épocas do ano, os raios solares têm menos força e as pessoas acabam ficando menos expostas, pois utilizam roupas mais longas e quentes.

Mas quais os riscos que da exposição solar para quem se submete ao peeling? Quando, após o peeling, não se protege do sol de maneira adequada, a pele fica mais sensível e várias manchas surgem na área em que o método foi aplicado.

Por isso, mesmo durante o outono e o inverno, deve-se tomar muito cuidado após a realização do peeling e evitar ficar exposto aos raios solares, além de utilizar o protetor solar recomendado pelo dermatologista. Esses cuidados devem ser tomados até a pele se recuperar totalmente e não estiver mais vermelha ou descamando.

Outra vantagem de realizar o procedimento durante o outono e o inverno é o fato de as temperaturas da pele estarem muito mais baixas nesses períodos. Isso faz com que as chances de inflamação, edemas e manchas depois do tratamento sejam reduzidas quase totalmente.

Caso você opte por realizar o peeling para tratar manchas, rugas e linhas de expressão, o primeiro passo é procurar um dermatologista. Esse profissional será capaz de avaliar a situação da sua pele e orientar sobre as melhores formas de tratamento para o seu caso, além de informar sobre os cuidados que devem ser tomados antes e após a realização do método escolhido.

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Descubra qual é o melhor peeling para o seu tipo de pele

Descubra qual é o melhor peeling para o seu tipo de pele

Sol, envelhecimento, acnes, cicatrizes. Essas e outras razões são as causas para que a pele sofra algumas irregularidades ao longo do tempo, perdendo aquela maciez e consistência lisa, que é o desejo de muitas pessoas. Mas há um recurso capaz de corrigir tudo isso e deixá-la mais harmoniosa: o peeling.

No entanto, o resultado do método vai aparecer de acordo com o tipo de pele que recebe o tratamento. Por isso, é preciso avaliar o tipo de pele e como o procedimento poderá ser feito.

Peeling x tipos de pele

Pele clara

Para quem tem pele clara com marcas na pele, mas não são tão profundas e não têm relação com inflamações ou situações mais críticas, a técnica de cristais de óxido de alumínio ( peeling de cristal ou diamante) poderá ser útil e  fará a limpeza devida nas camadas superficiais que a mancha, ruga ou cicatriz se encontra.

A pele clara é a mais fácil de tratar com peelings , geralmente por dar menos problemas  no pós peeling , como manchas brancas , escuras ou cicatrizes . Podem  ser feito peelings superficiais como de  ácido retinóico para rugas finas, pequenas manchas ; peeligs médios como de ácido tricloroacético ou solução de Jessner para pele mais manchada e com cicatrizes superificiais , até o peeling profundo de fenol, utilizado para rugas mais profundas e pele mais envelhecida .

Pele com marcas em relevo

Quem já possui marcas de acne ou cicatrizes que apresentam um relevo mais acentuado pode optar pelo peeling à base de ácido retinoico( superficial- age na  epiderme ) , Jessner ou ATA ( ácido tricloroacético)( ambos agem na epiderme e derme superficial- são peelings médios), e geralamente  não causa nenhum transtorno quando realizados por dermatologista experiente , embora a intensidade no uso do produto seja mais forte de acordo com profundidade que peeling atinge . Após o tratamento, é nítida a diferença na pele com a circunstância anterior, com uma aparência mais suave e lisa.

Pele com estrias e manchas residuais

Pessoas que têm tendência a desenvolver flacidez facial ou áreas muito depressivas no rosto precisam de um tratamento um pouco mais forte e, ao mesmo tempo, focalizado. O uso de laser fracionado de CO2 é uma alternativa oportuna, porque, além de ser usada na medida adequada e numa região específica, a eliminação de células mortas na pele é mais eficaz e o estímulo à produção de colágeno é mais fácil. Nessa situação, pessoas a partir dos 40 anos são as mais indicadas ao procedimento.

Pele escura

É o tipo que mais se tem cuidado, porque o seu fototipo pode apresentar manchas ainda mais profundas ou escuras, se o tratamento não for propício a esse tipo de pele. 

Os peelings  mais indicados para pele escura são peelings físicos como de cristal e diamante e peelings superficiais como de ácido retinóico.

Outros tipos de peelings podem ser usados, mas a avaliação médica é essencial para notar a relação com seu tipo de pele e quais efeitos podem surgir diante da técnica.

Vale lembrar que para qualquer tipo de pele e peeling , exceto os muito superficiais como de cristal ou diamante , é necessário primeiramente consulta com dermatologista para que seja feito preparo da pele com algum tipo de clareador ou ácido para que pele fique mais fina e uniforme, o que faz com que peeling aplicado tenha melhores resultados e tenha menor chance de causar complicações como manchas brancas , escuras ou cicatrizes.

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