peeling químico

Peeling químico: o que esperar do procedimento?

Peeling químico: o que esperar do procedimento?

Ter uma pele com aparência saudável, jovem, firme e com viço é o desejo de muita gente. Para isso, existem alguns procedimento estéticos que prometem não só o rejuvenescimento da pele, como também o tratamento de acnes, rugas, manchas e melasma. Uma boa alternativa para isso é o peeling químico, técnica que visa melhorar a textura da pele, removendo as camadas superficiais danificadas.

O que é peeling químico?

Esta categoria de peeling é realizada por meio de aplicação de agentes que removem as camadas superficiais da pele, com o objetivo de promover sua regeneração. O procedimento pode ser superficial, médio ou profundo. O objetivo da cliente, mediante à avaliação médica, é o que determinará qual será a intensidade do tratamento. 

A esfoliação promovida pelo peeling é realizada por meio de ácidos. Eles são escolhidos conforme o tipo de tratamento que será feito. São utilizados o ácido salicílico, tricloroacético, fenol, glicólico, retinoico e 5-fluorouracil.

Tipos de peeling

Peeling superficial

A principal característica deste tipo de peeling é que o seu resultado é sutil e pode ser realizado com outros tipos de tratamento. Ele é indicado para quem possui pigmentação irregular, rugas superficiais e acne. Nele, apenas a camada externa da pele é removida, por isso, pode ser realizado várias vezes. Geralmente, são necessárias seis sessões, feitas uma vez por semana. 

Ao realizar o procedimento, é comum que nas primeiras sessões o paciente perceba irritação, ardor, descamação e vermelhidão na pele.

Peeling médio

Esta opção é indicada para os tratamentos de cicatrizes de acne, rugas médias e hiperpigmentação da pele. O peeling médio age na epiderme, camada superior da pele, e na camada superior da derme. Por atuar em uma camada um pouco mais profunda, o peeling médio não se deve fazer com frequência. O ideal é que as sessões sejam realizadas entre seis e 12 meses. Dentre as reações, estão vermelhidão, descamação, ardor e irritação.

Peeling profundo

Este é o tipo mais forte, que atinge a camada inferior da derme. Ele é feito em pacientes que desejam tratar rugas profundas, pele danificada pelo sol e manchas. Por ser uma técnica mais agressiva, são utilizados anestésicos ou sedação. 

Diferente dos demais tipos, o peeling profundo geralmente requer um pré-tratamento, que visa deixar a pele apta para o recebimento dos produtos e para o processo de cicatrização. Por promover uma descamação extremamente intensa, esse tipo de peeling causa irritação, inchaço, vermelhidão e descamação da pele.

Quais as indicações do peeling químico?

O tratamento é indicado para as seguintes alterações na pele:

  • acne ou cicatrizes de acne;
  • manchas provocadas pela idade;
  • rugas;
  • sardas;
  • pigmentação irregular da pele;
  • pele áspera e descamativa;
  • cicatrizes;
  • prejuízos provocados pelo sol.

Apesar dos vários benefícios proporcionados pelo peeling, é importante saber o que ele NÃO TRATA, como:

  • rugas profundas;
  • excesso de pele ou de flacidez;
  • produção de colágeno;
  • pequenos vasos;
  • tamanho dos poros;
  • cicatrizes profundas.

O peeling químico promove uma descamação da pele. Por estar sensibilizada, é essencial que o paciente faça a fotoproteção correta, utilizando o protetor solar a cada três horas Também é indicado o uso de proteção no rosto, com chapéus ou bonés, além de evitar a exposição solar. Deve-se hidratar a pele e fazer a higienização conforme a indicação do dermatologista.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em dermatologia  em Cotia!

Posted by Dra. Larissa Viana in Todos
Peeling químico: o que é e quando é indicado

Peeling químico: o que é e quando é indicado

As técnicas de rejuvenescimento facial estão cada vez mais requisitadas no mundo da estética. Entre os tratamentos disponíveis está o peeling químico, que consiste em uma solução química para melhorar textura e rugas da pele, além de ajudar diminuir manchas.

Quer entender como funciona e para quais casos o procedimento é indicado? É o que vamos explicar agora.

Basicamente, o peeling químico é a aplicação de um ácido para descamar a pele e renová-la. As camadas exteriores danificadas por manchas, cicatrizes de acne, flacidez, entre outros fatores são removidas a partir do uso dessa solução química. Promove-se, então, o crescimento de uma pele mais lisa, suave e menos enrugada que a antiga, além de se elevar a produção de colágeno na região tratada.

O peeling químico normalmente é feito no rosto, mas também pode ser aplicado para melhorar a pele no pescoço e nas mãos. No entanto, o tratamento é mais indicado para tratar a acne e suas marcas (cicatrizes, manchas escuras), pele danificada pelo sol, rugas, sardas, pigmentação irregular e pele áspera e descamativa.

As contraindicações para o peeling são gravidez, ferida no local a ser tratado, estresse físico e mental, exposição ao sol ou hábito de cutucar a pele.

Tipos de peeling químico

Há três tipos de peeling químico: superficial, médio ou profundo. O tratamento adequado dependerá do estado da pele e da avaliação do dermatologista.

Quanto mais profundo o peeling, maior é o tempo de recuperação. Os peelings superficiais normalmente são feitos em série, com uma descamação mais fina, enquanto os médios e profundos têm aplicação única, porém com formação de crostas. A quantidade de sessões será predeterminada pelo profissional.

Peeling químico superficial

Nesse procedimento, o ácido utilizado remove apenas a epiderme, que é a camada mais exterior da pele, de forma bem superficial, com uma leve esfoliação. É ideal para o clareamento de manchas e marcas superficiais da acne, além da redução de rugas finas.

Entre os agentes usados no peeling superficial está o ácido salicílico e ácido retinóico. As sessões são feitas em série e é provável que a descamação provoque vermelhidão, ardor e irritação. A pele se refaz em média sete dias.

Peeling químico médio

Nesse caso, o ácido ajuda a remover as células mortas não apenas da camada exterior, mas também da inferior (derme superficial) da pele. É indicado para cicatrizes de acne mais fundas, rugas e linhas de expressão bem marcadas, além de tonalidade desigual da pele. Será preciso evitar exposição solar durante vários meses.

Os ácidos mais utilzados para fazer peeling médio são o ácido tricloroacético    ( ATA) ou solução de Jessner ( combinação de  resorcina , ácido salicílico e ácido lático).

Peeling químico profundo

É um peeling mais profundo e dolorido, porém com excelentes resultados. É indicado para casos mais graves, como pele danificada pelos raios solares, cicatrizes e rugas profundas .O ácido utilizado é o fenol, que vai até a derme média .

É um peeling que deve ser feito preferencialmente em ambiente hospitalar devido dor intensa que causa , sendo ideal que se faça anestesia venosa e monitorização cardíaca durante o procedimento. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como dermatologista em Cotia.

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