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A importância da alimentação para o intestino

A importância da alimentação para o intestino

A correria do dia-a-dia muitas vezes nos impede de comer bem e saudável. Afinal, a rotina acelerada e estressante acaba interferindo na forma de como nos alimentamos. Apesar disso é fundamental estabelecermos hábitos mais saudáveis, sobretudo no que ser refere a alimentação para o intestino.

Para que você tenha uma ideia, no nosso corpo, o intestino desempenha um papel muito importante — a propósito, ele é considerado o nosso 2º cérebro e eu explico o porquê disso.

Primeiramente, ele é um sistema autônomo. Isso quer dizer que ele pode tomar as próprias decisões, sem precisar do aval do cérebro. Outro ponto que merece ser destacado tem a ver com as células do sistema imunológico, porque ele concentra 70% delas.

Viu como esse órgão é importante e merece ser tratado com atenção? Neste artigo eu conto mais sobre a alimentação para o intestino. Quer ficar por dentro do assunto? Leia-o até o final!

Previne doenças

O consumo exagerado de carne vermelha traz prejuízos para o organismo, pois segundo Escola de Saúde Pública de Harvard isso potencializa o risco de câncer de cólon. Ou seja, mesmo que as pesquisas ainda não sejam conclusivas, os dados clínicos apontam nessa direção.

Então, para evitar esse tipo de problema consuma a carne vermelha moderadamente. Por outro lado, aposte nos peixes porque eles reduzem os risco de doenças crônicas, em função dos ácidos graxos Ômega 3 contido neles.

Evita inflamações

Os ácidos graxos Ômega 3 também ajudam a diminuir as inflamações no intestino. Ou seja, isso é muito positivo porque contribui com a saúde do colón.

Mas os benefícios vão além disso, uma vez que essas substâncias também ajudam a prologar a vidas de pacientes com câncer no intestino, segundo relatório publicado na Revista médica britânica Gut.

Um estudo realizado com mais de 170 mil pessoas nos EUA revelou que dos quase 1700 pacientes com câncer de intestino desse grupo, obtiveram reações bastante positivas.

Vale dizer que os ácidos graxos Ômega 3 não melhoram a vida apenas de quem tem a doença, já que eles também diminuem consideravelmente o risco de tê-la.

Promove bem-estar

A banana, a aveia, o coco, a alface, as fibras, entre outros alimentos melhoram o funcionamento do intestino. Por exemplo, a banana melhora a produção de serotonina e isso garante bem-estar.

A aveia, por sua vez, promove a saciedade e retarda o esvaziamento gástrico, ao passo que o coco atua na hidratação intestinal. No caso da alface, devo dizer que ela é ótima porque ajuda a diminuir a pressão no interior do organismo. Por isso ela é excelente para quem sofre com os incômodos de um intestino preguiçoso.

Elimina excesso acidez

Os probióticos são excelentes quando se tratar de inibir a produção de bactérias nocivas para organismo e eliminar o ácido láctico, responsável pelo aumento da acidez na flora intestinal.

Estabelecer uma dieta saudável e equilibrada, de forma geral, é muito positivo para o funcionamento do organismo. No caso da alimentação para o intestino essa construção é imprescindível, porque todo corpo é beneficiado. Por exemplo, isso reflete na qualidade do sono, no bem-estar, na prevenção de doenças. Enfim, vale a pena apostar no que faz bem.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em nutrologia  em Cotia! Granja Viana | Dr. Raphael Viana

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A importância da alimentação para a saúde mental

A importância da alimentação para a saúde mental

Não é segredo que a alimentação saudável é fundamental para o bem-estar físico da pessoa. Além disso, esse tipo de alimentação auxilia na prevenção de doenças crônicas, cardiovasculares, obesidade, transtorno mental, dentre outras.

Historicamente, a dieta na saúde mental estava associada às consequências cerebrais causadas por deficiências em alguns nutrientes. Porém, estudos apontaram uma relação entre a falta de nutrientes com a saúde emocional da pessoa, em especial, a depressão e a ansiedade.

Os nutrientes aminoácidos, gorduras, vitaminas e minerais influenciam no funcionamento intelectual e na saúde mental. Eles alteram o sistema imunológico, contribuindo no combate a inflamações, nas defesas do organismo com antioxidantes e na plasticidade do cérebro.

Mas, afinal, qual é a relação entre alimentação e saúde mental?

Em linhas gerais, transtornos da saúde mental são caracterizados pela perda de prazer em fazer coisas que a pessoa costumava gostar de fazer. Os sintomas apresentados variam entre angústia, desespero, insônia e falta de sentido para a vida.

Além disso, é comum a pessoa vivenciar um tipo de depressão leve, em situações pontuais, condição chamada de “transtorno de ajustamento”. Essa situação acontece quando o indivíduo é demitido do emprego, perde um ente querido ou rompe um relacionamento, por exemplo.

A nutrição modifica diretamente o sistema imunológico e as nossas funções corporais, tanto negativamente como positivamente. Dessa forma, demonstra, assim, a influência na química do corpo, na melhora do humor e no risco de desenvolvimento de transtornos mentais.

Nesse sentido, adotar uma dieta saudável, balanceada, rica em proteínas e nutrientes pode afetar positivamente as funções do corpo.

Além do mais, quando as pessoas adotam uma dieta e começam a perder peso, a autoestima delas se eleva, afetando positivamente o humor. E, ainda, quando adotam um estilo de vida saudável, há melhoras nos sintomas de depressão. Vimos, então, um benefício indireto na relação entre a alimentação e a saúde mental.

Tipos de alimento e relação deles com o corpo

Dietas como a da abordagem dietética para reduzir a hipertensão (Dash) e a do mediterrâneo priorizam alimentos como azeite, peixe e vegetais. Esse alimentos são ricos em substâncias anti-inflamatórias.

O aumento da inflamação corporal tem forte relação com o surgimento da depressão. Pessoas depressivas apresentam níveis elevados de proteína C-Reativa (PCR), um marcador de problemas inflamatórios.

Além disso, alimentos como pão branco, margarina, carne vermelha ou processada e frituras podem provocar um processo inflamatório pelo corpo. Nesse sentido, devem ser evitados ou consumidos com moderação.

Da mesma forma, tomates, azeite, vegetais, nozes, peixes e algumas frutas podem também combater a inflamação.

Benefícios do consumo

O consumo de alimentos, claramente, aponta para a prevenção de doenças no corpo e sobretudo no funcionamento da mente. É importante que a dieta contemple a diversidade de alimentos consumidos, a redução das quantidades de sal, açúcar e gorduras e a ingestão equilibrada de água.

Além disso, o consumo de probióticos, minerais e vitaminas pode melhorar e reduzir os níveis de ansiedade e estresse.

Evidências sugerem que uma alimentação balanceada e de qualidade possui um papel fundamental na manutenção da saúde mental e no tratamento de transtornos psiquiátricos.


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