dermoabrasão

Dermoabrasão: o que é e quando é indicada?

A dermoabrasão é uma técnica que tem como objetivo lixar a pele para fazer ajustes da sua superfície.

Geralmente, ela faz correções em pacientes que têm cicatrizes ou asperezas. 

A flexibilidade é um dos principais benefícios do procedimento porque ele pode ser feito de forma manual ou com apoio de aparelhos dermoabrasores. 

Esse equipamento é bastante parecido com um esmeril, pois contém lixadeiras pequenas com alta rotação. 

Para que o processo não cause desconfortos no paciente, ele é executado após uma anestesia prévia. 

A técnica pode ser aplicada no consultório ou em ambiente hospitalar. O local será escolhido conforme o objetivo de cada paciente. 

Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre esse procedimento. 

Quem deve fazer o procedimento?

Esse tipo de procedimento é mais indicado para tratar as cicatrizes de acne, que incomodam qualquer pessoa. 

Ele também é indicado para tratar as famosas manchas solares e para corrigir as bordas que cresceram em cicatrizes cirúrgicas. 

Qual é o papel do dermatologista no processo?

Antes do procedimento, é necessário ter uma consulta com um dermatologista. Ele tem um papel muito importante em todas as etapas. 

  • Faz um exame criterioso no paciente; 
  • Desenvolve um histórico com todas as informações sobre o paciente; 
  • Informa os tipos de anestesia que serão utilizadas no tratamento;
  • Comunica o procedimento e quais são os resultados que o paciente pode esperar após a sessão; 
  • Revisa outros tipos de tratamentos; 
  • Explica os riscos e quais são as complicações que podem ter em virtude do procedimento. 

Outra atividade que o médico desenvolve com frequência é a fotografia do seu corpo. Isso é muito importante para entender de que forma o procedimento evoluiu no paciente. 

Ele também indica alguns medicamentos para evitar reativação da herpes simples. 

Quais são os efeitos causados pela dermoabrasão? 

Apesar da evolução do tratamento, ele pode trazer alguns desconfortos para o paciente.

Dentre os mais comuns, encontra-se: vermelhidão e inchaço da pele. Nesse último caso, há uma concentração de crostas nas regiões afetadas e nas áreas vizinhas. 

Não se assuste caso apareça algum vermelhidão. Ele é comum nesses procedimento. Para reduzir os problemas, é fundamental seguir as orientações do dermatologista. 

O contato com o sol também deve ser evitado. Caso contrário, a pele poderá ficar com manchas. 

O que fazer no pós – operatório? 

Nos primeiros dias, o paciente tem uma leve sensação que a pele foi queimada pelo sol. 

Durante esse período, você deve evitar qualquer tipo de automedicação. O dermatologista indicará quais são os melhores opções para amenizar o desconforto. 

Alguns recursos ajudam a controlar a dor como compressas especiais e aplicação de emolientes. 

Um ponto positivo é que o processo de cicatrização pode ser finalizado em até dez dias. 

Existem algumas observações e orientações que o paciente deve ter atenção. 

  •  8 a 12 semanas: a pele fica pele rosa. O paciente pode recuperar a aparência natural após a oitava semana; 
  • 7 a 10 dias: a maquiagem é liberada para esconder a cicatriz; 
  • 3 a 6 meses: o protetor solar é a melhor prevenção. A exposição direta ao sol também deve ser evitada. 

O peeling químico pode ser confundida com a dermoabrasão. Ambos tem como objetivo modificar a pele do rosto. No entanto, a primeira opção lida com rugas finais. 

Já a dermoabrasão é um processo indicado para correções mais profundas, por exemplo, as cicatrizes em virtude de acne. 


Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em dermatologia  em Cotia! Granja Viana | Dra. Larissa Viana

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Posted by Instituto La Vienne