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O que é hidradenite supurativa?

O que é hidradenite supurativa?

A doença afeta cerca de 1% da população mundial, sendo uma condição mais comum dentre as pessoas jovens. Vale destacar que a incidência é mais rara a partir dos 55 anos de idade.

Quer conhecer a hidradenite supurativa mais a fundo? Leia o artigo e saiba mais sobre as especificidades dessa doença cutânea.

Em quais áreas da pele a hidradenite se manifesta?

A hidradenite supurativa atinge especialmente as áreas nas quais a pele fica em fricção constante, como as axilas, a virilha e sob os seios. A aparência das lesões é similar ao aspecto de furúnculos, podendo evoluir para a formação de cicatrizes depois de estourarem. Quando se rompem, os nódulos liberam uma secreção purulenta com odor forte.

Qual grupo é mais suscetível ao problema?

A condição aparece normalmente na adolescência ou no começo da vida adulta, sendo que os sintomas tendem a se intensificar com o passar dos anos. A prevalência é maior dentre as mulheres, embora possa atingir pessoas de ambos os sexos.

Quais são as causas da hidradenite supurativa?

Durante muito tempo, foi considerado que essa enfermidade era causada exclusivamente pelo desequilíbrio das glândulas apócrinas, uma categoria de glândulas sudoríparas responsáveis por produzir um suor que contém proteínas e ácidos graxos. Essas substâncias, ao entrar em contato com bactérias da pele, são metabolizadas e geram um odor ruim.

De acordo com estudos recentes, atualmente sabe-se que tal doença é ocasionada principalmente pela oclusão dos poros. Quando os folículos capilares são bloqueados e se inflamam, isso favorece a formação dos nódulos e abscessos característicos dessa enfermidade. Dentre os fatores de risco para que isso aconteça, estão a obesidade, os desajustes hormonais da puberdade ou adolescência, o tabagismo e o histórico familiar.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado da condição ajudam a controlar melhor os sintomas, muitas vezes prevenindo o desenvolvimento de novas lesões.

Quais são os sintomas do quadro?

Os sintomas incluem pontos avermelhados e inchados na pele, nódulos dolorosos e persistentes, dor e sensibilidade local, caroços que aumentam de tamanho, formação de fístulas sob a pele, mau odor e cicatrização demorada após o rompimento das fístulas. Cumpre salientar que a doença não é contagiosa.

Como diagnosticar e tratar a hidradenite supurativa?

Ao perceber qualquer sintoma suspeito, é recomendável agendar uma consulta com o dermatologista para avaliar o quadro. Geralmente o diagnóstico é feito a partir da análise das manifestações clínicas e do histórico do paciente. Não há exames de sangue capazes de comprovar essa hidradenite, entretanto, testes complementares podem ser solicitados para descartar outras enfermidades.

Se a doença for confirmada, o tratamento deve ser iniciado. Por ser uma condição crônica, não há cura, e as recidivas são frequentes. Entretanto, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente a partir da adoção de medidas como medicação oral à base de antibióticos, uso de cremes e sabonetes, procedimentos a laser, terapia imunomoduladora, etc. Casos mais graves podem demandar cirurgia para a drenagem dos nódulos.

Medidas como o uso de roupas leves e folgadas, adequada limpeza da pele e controle do peso também ajudam no tratamento da hidradenite supurativa.

Quer saber mais? Estamos à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficaremos muito felizes em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do nosso trabalho em dermatologia  em Cotia! Granja Viana | Dra. Larissa Viana

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Líquen plano: tipos e tratamentos

Líquen plano: tipos e tratamentos

O líquen plano é uma enfermidade da pele pruriginosa,  recorrente e não contagiosa. No começo, ela se manifesta com a erupção de discretas pápulas, ou seja, com pequenas elevações sólidas (nódulos). À medida que o quadro evolui, as formações nodulares se combinam e formam placas escamosas e rugosas. O problema afeta cerca de 2% da população mundial, sendo mais incidente em mulheres a partir dos 40 anos de idade.

Essa condição pode ser causada por diferentes fatores, como reação do sistema imunológico a determinados medicamentos (betabloqueadores, inibidores da enzima conversora de angiotensina, anti-inflamatórios e fármacos antimaláricos) ou, até mesmo, a infecção por micro-organismos. Vale destacar que a hepatite B e a hepatite C são fatores de risco para o desenvolvimento da condição em análise neste artigo.

Os sintomas mais comuns são as lesões planas e a coceira. Tais lesões podem ser brilhantes conforme a luz do ambiente. Em alguns casos, ocorre a hiperpigmentação da pele, e as placas se apresentam avermelhadas ou arroxeadas. Quer conhecer os tipos de líquen plano e os tratamentos existentes para essa condição dermatológica? Venha comigo!

Tipos de líquen plano

Cutâneo

Atinge com frequência as regiões dos braços, das pernas, do couro cabeludo e do tronco. Raramente afeta a face, embora possa ocorrer. Nas pernas, as erupções decorrentes do quadro tendem a ser espessas, extensas e descamativas. No couro cabeludo, há o risco de as lesões desencadearem calvície parcial.

Oral

Esse tipo é uma doença crônica inflamatória que atinge as mucosas bucais. A inflamação acomete o interior da boca (bochechas, língua, céu da boca e gengiva), resultando em lesões avermelhadas ou brancas parecidas com aftas. Pode haver dor, sensibilidade excessiva, dificuldade para falar, engolir ou mastigar, além de sensação de queimação no local.

Genital

O tipo genital pode atingir os órgãos sexuais isoladamente ou em conjunto com o tipo cutâneo generalizado. É mais comum em mulheres adultas e apresenta lesões brancas ou avermelhadas que, se não forem tratadas, podem causar desconforto emocional, físico e sexual. Além de dor, queimação e coceira, nas mulheres, o tecido cicatricial pode estreitar a vagina e encobrir o clitóris, prejudicando a obtenção de prazer. Nos homens, a doença pode estreitar o prepúcio e atrapalhar a ereção e a micção.

Tratamentos para o líquen plano

Por ser crônico, o líquen plano não tem cura, no entanto, medidas paliativas podem aliviar os sintomas. Primeiramente, para realizar o tratamento adequado, é fundamental procurar o dermatologista e confirmar a presença desse quadro.

O tratamento do tipo cutâneo consiste basicamente em aliviar a coceira e amenizar as erupções. Por isso, o protocolo envolve o uso de esteroides, anti-histamínicos orais e cremes tópicos. Em algumas situações, as lesões desaparecem espontaneamente.  

Por sua vez, o tratamento do tipo oral geralmente é feito com o uso de corticoides, fototerapia, enxaguantes bucais, pomadas e cremes dentais especiais, para evitar o agravamento do quadro.

O tratamento das erupções genitais do líquen plano é mais delicado, porém, possível com o emprego de produtos tópicos que visam aliviar o prurido e a dor.

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Preenchimento de olheiras: como funciona?

Preenchimento de olheiras: como funciona?

As olheiras são sinais bastante comuns e podem atingir tanto homens quanto mulheres, em diferentes faixas etárias. Caracterizadas por pigmentação azulada, arroxeada ou amarronzada ao redor dos olhos, costumam ocorrer por duas causas distintas: dilatação dos vasos sanguíneos ou depósito de melanina na região. Para amenizar o problema, existe o preenchimento de olheiras, que será apresentado neste artigo. Acompanhe!

As olheiras comprometem o visual e podem impactar a autoestima, uma vez que dão a impressão de que a pessoa está muito cansada. Não é à toa que elas são frequentemente associadas ao choro e noites maldormidas. Nem sempre a pessoa tem olheiras só porque não dormiu ou chorou muito. Essa condição pode ser decorrente de fatores genéticos, por exemplo.

A boa notícia é que, independentemente das causas, é possível tratar as olheiras e amenizar o aspecto escurecido delas. E olha que não estamos apenas  falando dos cosméticos clareadores! Elas podem ser atenuadas com preenchimento, um dos procedimentos mais utilizados para essa finalidade. Venha comigo descobrir como a técnica funciona!

Preenchimento de olheiras com ácido hialurônico

O preenchimento indicado no tratamento das olheiras é o feito com ácido hialurônico. Esse ácido entra em cena para preencher e restaurar a estrutura da região, justamente quando as pálpebras inferiores do paciente começam a perder a sustentação natural.

O que é o ácido hialurônico?

O ácido hialurônico é uma substância natural, produzida pelas células da pele. Esse ácido diminui à medida que envelhecemos, sendo que a cútis começa a perdê-lo a partir dos 18 anos de idade. Apesar disso, rugas, bolsas de gordura, vincos e depressões cutâneas só surgem mesmo entre os 30 e 40 anos.

Quando isso acontece, o ácido hialurônico pode ser usado para manter a pele jovem e bonita. Vale acrescentar que o preenchimento com ácido hialurônico tem o poder de atrair e absorver água, aumentando a hidratação da pele e possibilitando a correção de olheiras, rugas, contornos e cicatrizes.

Para quem o preenchimento de olheiras é recomendado?

O preenchimento com ácido hialurônico é  um procedimento recomendado especialmente quando a causa da olheira é a reabsorção ou perda de colágeno ao redor dos olhos, o que deixa o olhar pesado e cansado.

Quais os benefícios desse procedimento estético?

Além de amenizar o aspecto das olheiras, o preenchimento com ácido hialurônico promove a melhora da aparência facial por meio da revitalização do olhar. A técnica corrige sulcos e depressões no local, resgatando o volume perdido. O resultado é que a região fica mais hidratada e tonificada por meio do procedimento.

Como funciona o preenchimento para olheiras?

A área que será preenchida é anestesiada previamente com um creme anestésico ou com anestesia local. O profissional faz marcações necessárias e preenche a região, utilizando uma fina agulha ou uma cânula, que oferece maior precisão, evita traumas e diminui o risco de possíveis hematomas. O ácido hialurônico é injetado lentamente, sempre tomando cuidado com excessos, para evitar um efeito artificial e pouco harmônico.

O resultado é permanente?

Apesar de duradouro, o resultado não permanece para sempre. Com o passar do tempo, o corpo reabsorve o ácido hialurônico injetado, mas o procedimento pode ser refeito no futuro. A periodicidade depende diretamente de cada organismo e da resposta de cada paciente ao procedimento.

De modo geral, os efeitos do preenchimento de olheiras duram em torno de 1 ano e meio, mas, como disse, pode variar.

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Como desacelerar o envelhecimento por meio da nutrição?

Como desacelerar o envelhecimento por meio da nutrição?

O envelhecimento é um processo natural, que vem acompanhado de alterações físicas, sociais e psicológicas. À medida que as pessoas envelhecem, a flacidez aumenta, como consequência da redução da produção de colágeno.

Além disso, pode haver dificuldades posturais, problemas motores, perdas funcionais e, até mesmo, déficits cognitivos. Esses e outros sinais estão relacionados com o fato de que, com o passar dos anos, as células corporais começam a morrer e não se regeneram nem são substituídas, como ocorre na juventude.

Apesar de esse processo fazer parte do curso natural da vida, há quem envelheça com saúde e bem-estar. Dá para ser jovem, mesmo com a idade avançada. Tanto que algumas pessoas envelhecem mais rapidamente que outras, concorda? O mundo está cheio de jovens com o corpo e a mente envelhecidos e também está repleto de idosos com corpo e mente na flor da idade.

A velocidade com que se envelhece é influenciada por fatores ambientais e genéticos variados. Até mesmo os hábitos alimentares têm peso nesse processo, ou seja, alguns alimentos podem ajudar os indivíduos a ficarem jovens por mais tempo.

O segredo do envelhecimento está nos telômeros

O envelhecimento é iniciado nas células e os telômeros são os marcadores desse processo de evolução natural. Trata-se de estruturas de DNA situadas nas extremidades dos cromossomos. Eles são compostos por sequências genéticas repetitivas, além de proteínas específicas.

Os telômeros possuem a função de garantir a integridade cromossômica no decorrer da duplicação celular. O comprimento dessas estruturas determina a idade biológica de cada um. Quanto mais curtos são os telômeros, mais acelerado está o processo em que a pessoa envelhece.

O que a alimentação tem a ver com isso?

Aspectos genéticos impactam o tamanho dos telômeros, mas o estilo de vida também é um fator que pode influenciar no comprimento dessas estruturas e, consequentemente, retardar ou adiantar o envelhecer do indivíduo. Em outras palavras, o que as pessoas comem é capaz de mantê-las jovens e saudáveis por mais tempo.

O que comer e não comer para desacelerar o envelhecimento?

Primeiramente, é necessário priorizar os alimentos integrais, pois opções alimentares processadas são ricas em aditivos sintéticos que aceleram a degeneração celular. Cumpre ressaltar que, de acordo com pesquisas recentes, uma dieta rica em frutas, vegetais e grãos integrais proporciona o aumento de 10% no comprimento dos telômeros.

O açúcar deve ser evitado, já que o consumo dele forma complexos de glicação, os quais fazem a pele envelhecer mais rapidamente. Estudos apontam que refrigerantes, sucos industrializados e outros alimentos com alto teor de açúcar estão ligados ao encurtamento de telômeros.

Para prevenir o envelhecimento precoce, é recomendável consumir vitaminas e sais minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo. Quantidades inadequadas desses nutrientes alteram as reações químicas do corpo e podem provocar lesões teciduais associadas ao processo de envelhecer.

Uma boa dica para desacelerar o envelhecimento consiste em incluir no cardápio alimentos antioxidantes, como açafrão, aveia, azeite de oliva, frutas cítricas, frutas vermelhas, suco de uva integral, linhaça, mamão, melão, óleo de gergelim, pepino, salmão, sardinha, atum, arenque, sálvia e semente de abóbora.

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Como a alimentação na infância tem impacto na vida adulta?

Como a alimentação na infância tem impacto na vida adulta?

Você sabia que as bolachas e biscoitos industrializados fazem parte da rotina alimentar de mais de 50% das crianças abaixo dos 2 anos no Brasil? E não para por aí! Dados recentemente divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que pelo menos 1/3 das crianças nessa faixa etária tomam sucos artificiais e refrigerantes. Esse é um dado preocupante a respeito da alimentação na infância.

Tal realidade merece atenção, pois, muitas vezes, os pais e responsáveis legais enxergam esses alimentos como inofensivos. Mal sabem eles que o consumo desse tipo de produto na infância pode gerar impactos negativos para o futuro.

Quer saber como a alimentação na infância impacta a vida adulta? Venha comigo descobrir!

Por que é preciso tomar cuidado com a alimentação das crianças?

Alimentos processados, ricos em açúcares, gordura, sódio e aditivos químicos devem ser evitados em qualquer fase da vida. Quando não é possível retirá-los por completo do cardápio, o ideal é ao menos reduzir o consumo deles. Se os efeitos desses alimentos são nocivos para os adultos, para as crianças, as consequências são ainda mais devastadoras. Por isso, a alimentação infantil merece atenção especial, desde a introdução alimentar.

A má alimentação na infância pode causar obesidade no futuro?

Um dos principais impactos negativos da má alimentação na infância é o sobrepeso ou a obesidade no futuro. Estudos revelam que o peso da pessoa até os primeiros 5 anos de vida influencia fortemente o peso na vida adulta. Uma criança que come em excesso, ou é apresentada precocemente a alimentos muito calóricos, gordurosos ou açucarados tem maior propensão ao ganho de peso. É claro que outros fatores influenciam no ganho de peso, como a hereditariedade e a atividade física.

Quais são os prejuízos na vida adulta?

Erros alimentares cometidos na infância podem custar caro na vida adulta. Além do sobrepeso e da obesidade, crianças que se alimentam mal apresentam maior risco para o desenvolvimento de doenças como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Essas enfermidades, ao contrário do que muitos pensam, não são exclusividade dos idosos.

Como cuidar da alimentação na infância?

O primeiro passo para uma alimentação saudável é estimular/praticar — sempre que possível — a amamentação exclusiva nos 6 primeiros meses de idade. O complemento artificial só deve ser introduzido com indicação médica, em casos específicos.

É importante não ofertar alimentos gordurosos, açucarados ou muito condimentados para a criança. Como ela não sabe o gosto, não sentirá falta, a menos que os pais iniciem esse hábito. Lembre-se de que, quanto mais tarde o pequeno conhecer esses sabores, menos fascínio ele terá por alimentos prejudiciais quando estiver em situações sociais, na escola ou em uma festa, por exemplo.

Na introdução alimentar, o cardápio deve ser balanceado, com carboidratos, frutas, legumes, verduras e proteínas magras. Para completar, a própria família deve buscar manter uma alimentação saudável, já que o bom exemplo inspira e ensina a criança a ter uma boa alimentação na infância.

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5 alimentos que podem auxiliar o ganho de massa muscular

5 alimentos que podem auxiliar o ganho de massa muscular

Quando se trata do ganho de massa muscular, a rotina de treinos é muito importante, mas a alimentação também cumpre um papel fundamental — e insubstituível — nesse processo. Um cardápio rico, balanceado e nutritivo, além de fornecer energia, potencializa as chances de obter resultados melhores e mais rápidos com relação à redução de gordura e ao aumento de massa magra.

Os aspectos nutricionais têm um peso tão significativo nesse sentido que, quando há um desequilíbrio nos nutrientes ingeridos, o ganho de massa muscular pode ficar comprometido. Vale ressaltar que, para cada objetivo físico, há uma estratégia específica. Apesar de as estratégias variarem, a alimentação é sempre um dos pilares essenciais na conquista de saúde, boa forma e qualidade de vida.

Quer saber como a alimentação pode ser uma grande aliada no ganho de massa magra? Veja a seguir quais são os alimentos mais indicados para favorecer o aumento da massa muscular. Boa leitura!

Alimentos que ajudam no ganho de massa muscular

1. Frango

O frango é uma das melhores fontes proteicas que temos à disposição. Acessível, nutritivo e fácil de preparar, ainda tem a vantagem de ser pouco calórico. Em 100 gramas de frango, há cerca de 30 gramas de proteína. As proteínas, por sua vez, ajudam na reparação muscular e contribuem para o ganho de massa magra.

2. Ovo

Quem deseja ganhar massa muscular deve incluir ovos na rotina alimentar. O ovo ajuda a repor aminoácidos importantes para o funcionamento do organismo, além de ser rico em proteína, o que contribui na construção e na reparação muscular, bem como possibilita a formação de enzimas, anticorpos e hormônios.

3. Oleaginosas

Ao contrário do que muitos pensam, as gorduras não precisam ficar de fora do processo de ganho de massa muscular. Fontes de gordura boa, elas são muito bem-vindas para essa finalidade. Vale a pena incluir, por exemplo, oleaginosas na dieta. É o caso das castanhas, avelãs, nozes, macadâmia, amêndoas, etc. Outros alimentos ricos em gordura boa são abacate, azeite, coco e semente de linhaça. O consumo deve ser moderado e orientado.

4. Peixes

Peixes como salmão, atum e sardinha podem — e devem — integrar o cardápio em prol do aumento da massa muscular. Além de boas fontes de proteína e gordura, eles são ricos em ômega 3, poderoso componente que auxilia na recuperação muscular.

5. Patinho

Na nossa lista de opções alimentares favoráveis ao aumento de massa muscular, não poderia faltar o patinho. O patinho é uma carne vermelha muito popular entre as pessoas que buscam atingir a boa forma. Não é para menos! Essa carne é anabólica, tem proteína de alta qualidade, é magra e rica em vitaminas, sais minerais e aminoácidos que reduzem a fadiga, ao mesmo tempo em que aumentam a força e a explosão muscular.

No mais, para o ganho de massa muscular é recomendável não pular refeições e beber bastante água para estimular a hipertrofia. Além disso, é importante evitar o consumo de açúcares e reduzir a ingestão de alimentos processados.

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O que é comportamento alimentar?

O que é comportamento alimentar?

Já parou para pensar no seu comportamento alimentar? Como tem sido a sua relação com a comida ao longo dos anos e como isso reflete em suas ações? Talvez você já tenha ouvido a máxima “você é o que come”. Será mesmo que a alimentação é tão determinante assim?

Se pararmos para observar, não existe uniformidade nos comportamentos com relação à comida. Há quem coma rápido e quem se alimente lentamente, quem mistura a comida no prato e quem consome item por item separadamente. Tem também aquele que permanece longos períodos em jejum e o que ataca a geladeira o tempo inteiro. Seriam esses apenas hábitos corriqueiros ou padrões comportamentais?

Você quer entender o que é comportamento alimentar e tirar as suas próprias conclusões sobre o assunto? Confira as informações no texto a seguir.

O que é comportamento alimentar, afinal?

De forma resumida e simples, é o jeito que você come. Trata-se de um processo que envolve diversos mecanismos psicológicos, fisiológicos e ambientais que resultam na criação de um padrão alimentar coletivo ou individual. Como você pode ver, tal padrão pode ser influenciado por fatores internos ou externos, como tradições culturais ou familiares.

Comportamento e hábito alimentar são a mesma coisa?

Absolutamente, não! Os hábitos alimentares são baseados na relação do consumo e da ingestão dos alimentos. Por exemplo, a quantidade, frequência e o tipo de alimento ingerido cotidianamente. O comportamento alimentar, por sua vez, tem íntima ligação com aspectos psicológicos e socioculturais, de maneira consciente ou subconsciente. Apesar disso, ele pode ser composto por hábitos alimentares específicos. De modo geral, é mais fácil mudar um hábito alimentar que um comportamento já enraizado.

Quando se forma esse comportamento?

Ele se forma na infância, a partir da oferta de alimentos pelos pais e por outros familiares, ou seja, esse comportamento está ligado aos hábitos da família e ao círculo de convivência de cada um. Com o passar do tempo, as mudanças físicas podem alterar a relação do indivíduo com a comida, o que justifica o fato de tantos jovens e adolescentes desenvolverem transtornos alimentares.

Como funciona?

Ele abrange não só o ato de comer, mas também engloba o momento pré-glutição, incluindo a experiência com o alimento, a cultura local, o meio em que se vive, etc. Ele vai muito além das escolhas alimentares, já que essas são impactadas diretamente pelo modo como a pessoa se sente e pensa.

Como deve ser o comportamento alimentar?

Não existe receita de bolo e também não há um único caminho. Cada indivíduo possui especificidades, e o comportamento alimentar dele deve favorecer o equilíbrio entre alimentação e saúde física e mental. É preciso reconhecer e respeitar as vivências alimentares individuais e as reais necessidades nutricionais de cada um. Quaisquer mudanças nesse comportamento com os alimentos devem ser pautadas pela clareza de informações, de forma individualizada e planejada.

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Líquen plano: sintomas e causas

Líquen plano: sintomas e causas



Você já ouviu falar em líquen plano? Trata-se de uma condição cutânea crônica que resulta em manchas planas no tronco, braços, cavidade oral e/ou genital. Em alguns casos, as unhas e o couro cabeludo também podem ser afetados.

Relativamente comum, o quadro é mais incidente em mulheres, embora possa atingir pessoas de ambos os sexos, em diferentes faixas-etárias, especialmente entre os 30 e 60 anos de idade. Vale ressaltar que esse problema de pele é menos frequente em crianças e idosos.

O quadro geralmente é benigno e, dificilmente, as lesões se tornam cancerosas. Apesar disso, requer tratamento, uma vez que pode acarretar sintomas incômodos. Quer conhecer as causas e principais manifestações do líquen plano?

Continue a leitura.

Causas do líquen plano

Não se sabe exatamente quais as causas dessa alteração, mas acredita-se que tal condição pode estar relacionada com fatores imunológicos, neurológicos, psicogênicos ou infecciosos. O problema pode, ainda, ter relação com metais pesados e uso de certos medicamentos, como os betabloqueadores.

Dentre os fatores de risco para essa condição estão o lúpus eritematoso sistêmico, hepatite C, insuficiência hepática, cirrose biliar primária, além de predisposição genética à reação autoimune mediada por células “T”.

Sintomas do líquen plano

Os principais sintomas incluem lesões arroxeadas e planas na pele, com coceira e escamação. Elas podem surgir no interior dos pulsos, troncos, genitais, dorso do pé, etc. Também é comum que surjam manchas esbranquiçadas na vagina ou na cavidade oral.

As lesões podem aparecer e desaparecer ao longo do tempo, sem obedecer a um padrão específico. O líquen plano pode ser bolhoso, papuloso, erosivo ou, até mesmo, apresentar-se em forma de placa.

A dor não ocorre em todos os casos, porém, boa parte dos pacientes relata a ocorrência de sensação dolorosa.

Diagnóstico diferencial

Como as manifestações da condição são semelhantes aos sinais de outros problemas cutâneos, é fundamental buscar o diagnóstico diferencial, com o especialista em dermatologia. Portanto, ao notar sintomas suspeitos, converse com o seu dermatologista para investigar as causas.

O profissional levará em consideração não apenas o conjunto de sintomas relatados pelo paciente. É importante analisar o histórico médico, o uso de medicações, dentre outras informações que possam ajudar a confirmar o problema.

Tratamentos possíveis para o líquen plano

Se realmente o quadro for confirmado, o tratamento para o alívio dos sintomas deve ser iniciado. A abordagem terapêutica costuma incluir o uso de medicação oral ou tópica anti-histamínica, para amenizar a coceira, além de banhos calmantes e fármacos esteroides, para reduzir a inflamação.

O dermatologista também pode indicar o uso de imunomoduladores ou retinoides, para tratar as lesões na boca. Outras medidas possíveis são o uso de luz ultravioleta, associada à medicação oral, para os casos de líquen plano mais resistentes e disseminados.

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Alergia a níquel: como tratar as lesões?

Alergia a níquel: como tratar as lesões?

O sulfato ou hexaidrato de níquel é um tipo de alérgeno relativamente comum, capaz de causar dermatite de contato – alergia a níquel – e outras reações alérgicas em pessoas sensíveis a esses materiais. Trata-se de um componente químico presente em diversos produtos e alimentos, tais como:

  • utensílios domésticos;
  • joias;
  • moedas;
  • chaves;
  • grampos;
  • esmaltes;
  • fiação elétrica;
  • banana;
  • amendoim;
  • castanhas;
  • soja;
  • nozes.

Cerca de 10% da população mundial apresenta alergia a metais.  Os principais sintomas da alergia a níquel são vermelhidão cutânea, escamação na pele, comichão, bolhas contendo água, manchas e lesões inflamatórias nas áreas que entram em contato com esse metal.

Geralmente, as áreas mais afetadas pela alergia são os pulsos, por causa da utilização de pulseiras, relógios e braceletes que contêm o elemento químico, além dos  lóbulos da orelha, em decorrência do uso de brincos. A região abdominal também é bastante suscetível, em razão da presença de botões e outros detalhes nas vestimentas.

As manifestações da alergia a esse metal são bastante desagradáveis, mas a boa notícia é que a condição tem tratamento. Leia o artigo completo e descubra como tratar as lesões provocadas por esse tipo de alergia.

Diagnóstico da alergia a níquel

Antes de iniciar o tratamento para combater a alergia a esse elemento químico, é fundamental diagnosticar a condição, descartando outras possíveis causas. O dermatologista investigará o quadro com base na análise dos sintomas, na consideração do histórico clínico, na realização de exames físicos e testes complementares.

Tratamentos indicados

Se a alergia a níquel for confirmada, o primeiro passo para tratar o quadro consiste em eliminar o contato com elementos que tenham o metal na composição. Deixe de lado, por exemplo, aquele relógio ou bijuteria que deu início aos sintomas de alergia. Tome cuidado também com o consumo excessivo de alimentos ricos nesse metal. Em grande quantidade, eles podem originar fortes manifestações de dermatite.

É recomendável lavar bem, com água, o local em que a alergia se manifestou, para retirar eventuais vestígios alérgenos ou irritantes da pele. A abordagem terapêutica pode incluir o uso de medicação oral, tópica ou injetável, sempre a depender da gravidade e da extensão do quadro. Lesões abertas e úmidas, típicas da fase aguda da alergia, costumam demandar a utilização de compressas secativas ou antissépticas.

Alguns casos também requerem a aplicação de pomadas ou cremes corticosteroides, para diminuir tais lesões. Para completar, o dermatologista pode prescrever antialérgicos orais e imunomoduladores tópicos. Soluções caseiras, uso de  “fórmulas mágicas”, bem como a automedicação são práticas completamente contraindicadas para tratar a alergia a níquel e outros metais. Somente o especialista pode orientar o paciente sobre o tipo de medicação, a dosagem e a duração segura do tratamento fármaco ideal.

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Como tratar a dermatite perioral?

Como tratar a dermatite perioral?

Você já ouviu falar em dermatite perioral?  Esse tipo de dermatite é caracterizado por erupções que ocorrem na face, predominantemente ao redor da boca, mas que também podem se desenvolver nas proximidades do nariz e na região dos olhos. O problema é marcado pela presença de eritemas, pústulas e pápulas, isto é, vermelhidão, inflamação purulenta e protuberâncias na pele.

Em 95% dos casos, a condição pode ter relação com o uso tópico prolongado de corticosteroides, para tratar condições  prévias, como a dermatite seborreica. A dermatite perioral também pode estar ligada a disfunções na barreira epidérmica, problemas no sistema imune, alterações na microflora cutânea, uso de inalatórios, determinados cremes cosméticos, maquiagens, falta de higiene, mudanças hormonais, cremes dentais com flúor, etc.

De acordo com pesquisas recentes, embora possa afetar ambos os sexos e diferentes faixas etárias, a condição é mais comum em mulheres de 20 a 45 anos de idade. O problema também pode atingir crianças. Quer saber como tratar esse problema? Leia o artigo completo e descubra.

Sintomas e diagnóstico da dermatite perioral

Antes de falarmos sobre os tratamentos possíveis, precisamos conversar um pouco sobre os sintomas e o diagnóstico do tipo de dermatite em destaque neste artigo. Afinal, é preciso reconhecer as manifestações anormais para, então, investigar as causas, descartar outras doenças cutâneas e dar início à abordagem terapêutica.

No quadro em questão, o principal sintoma é a presença de erupções na face, formando pápulas rosadas ou avermelhadas, geralmente pequenas. Pode haver ressecamento e descamação, além de lesões com pus nos casos mais graves. Embora essa dermatite tenha recebido o nome de perioral, por se apresentar comumente perto da boca, as lesões podem se estender para a região dos olhos (periocular) e das narinas (perinasal).

Essa dermatite pode ser bilateral ou unilateral. Ela costuma vir acompanhada de outros sintomas, como irritação, coceira e queimação na pele. Ao notar qualquer uma dessas manifestações suspeitas, procure o dermatologista para fazer o diagnóstico diferencial, uma vez que o problema pode ser confundido com outras enfermidades de pele, como a rosácea.

Os sintomas associados desse tipo de dermatite costumam ser: coceira, irritação e sensação de queimação na pele. Muitas vezes ela é confundida com a rosácea, mas o que caracteriza e diferencia as duas é que nesse tipo de dermatite, as bochechas e a fronte não costumam ser atingidas.

Tratamentos

O tratamento está diretamente ligado às causas primárias do quadro. Por exemplo, se a condição for causada por hábitos de higiene inadequados, é importante redobrar a atenção no que diz respeito à higienização da pele. Caso tenha relação com problemas respiratórios, é necessário adotar medidas de correção da respiração bucal.

Em qualquer caso, a suspensão de cremes corticosteroides é essencial, mas, se não for possível imediatamente, o médico deve orientar a substituição deles por esteroides não fluorados e menos potentes, com frequências cada vez menores, até que o uso seja totalmente interrompido.

A utilização de sabonetes e outros cosméticos agressivos deve ser evitada até que a fase aguda e a descamação cedam. Compressas frias calmantes são bem-vindas, para amenizar a irritação e aliviar os sintomas. Eventualmente podem ser prescritos antibióticos orais para os casos mais resistentes de dermatite perioral.

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