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A importância da alimentação para a saúde mental

Não é segredo que a alimentação saudável é fundamental para o bem-estar físico da pessoa. Além disso, esse tipo de alimentação auxilia na prevenção de doenças crônicas, cardiovasculares, obesidade, transtorno mental, dentre outras.

Historicamente, a dieta na saúde mental estava associada às consequências cerebrais causadas por deficiências em alguns nutrientes. Porém, estudos apontaram uma relação entre a falta de nutrientes com a saúde emocional da pessoa, em especial, a depressão e a ansiedade.

Os nutrientes aminoácidos, gorduras, vitaminas e minerais influenciam no funcionamento intelectual e na saúde mental. Eles alteram o sistema imunológico, contribuindo no combate a inflamações, nas defesas do organismo com antioxidantes e na plasticidade do cérebro.

Mas, afinal, qual é a relação entre alimentação e saúde mental?

Em linhas gerais, transtornos da saúde mental são caracterizados pela perda de prazer em fazer coisas que a pessoa costumava gostar de fazer. Os sintomas apresentados variam entre angústia, desespero, insônia e falta de sentido para a vida.

Além disso, é comum a pessoa vivenciar um tipo de depressão leve, em situações pontuais, condição chamada de “transtorno de ajustamento”. Essa situação acontece quando o indivíduo é demitido do emprego, perde um ente querido ou rompe um relacionamento, por exemplo.

A nutrição modifica diretamente o sistema imunológico e as nossas funções corporais, tanto negativamente como positivamente. Dessa forma, demonstra, assim, a influência na química do corpo, na melhora do humor e no risco de desenvolvimento de transtornos mentais.

Nesse sentido, adotar uma dieta saudável, balanceada, rica em proteínas e nutrientes pode afetar positivamente as funções do corpo.

Além do mais, quando as pessoas adotam uma dieta e começam a perder peso, a autoestima delas se eleva, afetando positivamente o humor. E, ainda, quando adotam um estilo de vida saudável, há melhoras nos sintomas de depressão. Vimos, então, um benefício indireto na relação entre a alimentação e a saúde mental.

Tipos de alimento e relação deles com o corpo

Dietas como a da abordagem dietética para reduzir a hipertensão (Dash) e a do mediterrâneo priorizam alimentos como azeite, peixe e vegetais. Esse alimentos são ricos em substâncias anti-inflamatórias.

O aumento da inflamação corporal tem forte relação com o surgimento da depressão. Pessoas depressivas apresentam níveis elevados de proteína C-Reativa (PCR), um marcador de problemas inflamatórios.

Além disso, alimentos como pão branco, margarina, carne vermelha ou processada e frituras podem provocar um processo inflamatório pelo corpo. Nesse sentido, devem ser evitados ou consumidos com moderação.

Da mesma forma, tomates, azeite, vegetais, nozes, peixes e algumas frutas podem também combater a inflamação.

Benefícios do consumo

O consumo de alimentos, claramente, aponta para a prevenção de doenças no corpo e sobretudo no funcionamento da mente. É importante que a dieta contemple a diversidade de alimentos consumidos, a redução das quantidades de sal, açúcar e gorduras e a ingestão equilibrada de água.

Além disso, o consumo de probióticos, minerais e vitaminas pode melhorar e reduzir os níveis de ansiedade e estresse.

Evidências sugerem que uma alimentação balanceada e de qualidade possui um papel fundamental na manutenção da saúde mental e no tratamento de transtornos psiquiátricos.


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Posted by Instituto La Vienne